domingo, 4 de setembro de 2011

descadarçando.


Mais uma vez aqui estou, fazendo algo que me cansa, porém, me força, ou sei lá, é que eu não consigo não escrever sobre mim, sobre ti. Admito que as coisas aqui nesse órgão de cor vermelha não estão nada bem, infelizmente...
Digamos que eu não saí ainda do mês de agosto... digamos.
De qualquer forma eu continuo cogitando nós dois, é essa a minha pre-ocupação, só penso em meras fantasias, que nunca, nunca sairão do plano irreal para o real, e isso me atormenta. De novo pensei em fugir, covardia ? Sim. Mas agora é o fim das nossas vida num é verdade? Não foi você que decidiu arrebentar o nó do nosso
cadarço?
Eu vou sair por ali e você vai me ver indo embora, e não vai fazer nada como sempre nunca fez. Eu fico lembrando... era incrível como você sempre perdia a oportunidade de ser romântico... Cansei junto contigo essa desilusão entre nossos corpos de matéria morta. Quando lembrar de mim novamente, vai ser ouvindo aquela música que escutávamos enquanto nos beijávamos pela primeira vez , naquele banco de praça, que não estava em uma praça por sinal, dividimos o mesmo fone de ouvido que no fim do beijo ja estava todo embolado...
Não sei porque você disse adeus naquele dia , com um discurso ridículo que nem sentido fazia. Deve ser muito chato passar muito tempo comigo, ou então foi teu orgulho ridículo, que aliás, eu espero de coração que tu não se engasgue com tal.

Por fim, você deveria parar de usar essas blusas que sua mãe compra e esses tênis coloridos de rapazinho, é que eu me preocupo em você não arranjar outra namorada.

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